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Escrito por Eduardo Kulik
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Tecnologia 3D acelera processos de desenvolvimento, análise e fabrição de produtos O mundo globalizado é um mundo acelerado no qual tudo é para ontem. As empresas enfrentam a pressão dos consumidores e dos concorrentes que lhes obrigam a investir em tecnologia para melhorar a qualidade dos produtos e lançá-los em um tempo cada vez menor. Isso é um desafio para as indústrias que só terão muitos de seus problemas resolvidos quando investirem nas tecnologias 3D, CAD/CAE para atenderem às exigências urgentes dos consumidores. Ao migrar de 2D para 3D as empresas têm conseguido alcançar, com sucesso, a solução para atender às exigências do mercado que afetam diretamente a sua capacidade de enfrentar os concorrentes em um cenário marcado por desafios crescentes. Hoje é consenso entre fabricantes, usuários e todos que se interessam pela indústria de manufatura que o CAD 3D reduz o tempo e os custos de desenvolvimento e fabricação dos produtos e permite inovar e melhorar a qualidade final do produto. Mas como chegar a este patamar? O que é possível fazer com os softwares 3D? As vantagens de se utilizar um Software 3D como o Autodesk Inventor começam pela possibilidade de trabalhar com um modelo paramétrico, coisa que o CAD 2D não faz. Quando é necessário mudar alguma coisa é preciso refazer todo o projeto, enquanto no Inven-tor uma mudança feita em um componente permite que todo o projeto seja atualizado automaticamente.

Além disso, o software paramétrico acumula conhecimentos para futuros projetos. Quando o projetista for iniciar um projeto não precisará partir do zero, poderá pegar um projeto anterior e inserir novos componentes, alterar as dimensões e formas e obter um projeto novo totalmente atualizado. A possibilidade de trabalhar com montagens é outra vantagem do Software 3D em relação ao 2D. O usuário pode criar e visualizar todo o conjunto de componentes do produto e simular o funcionamento muito antes de o produto ficar pronto.

Os Softwares 3D permitem que o mesmo modelo criado no CAD, dentro da engenharia, seja usado para análises estruturais, dinâmicas e térmicas verificando como seria o comportamento do produto antes de sua concepção. Isso di-minui a necessidade de protótipos físi-cos e consequentemente o tempo e os custos de desenvolvimento porque são eliminados os erros de projeto. Eduardo Kulik, professor de informática da APM, é Comunicador e Publicitário formado pelo Centro Unisal e Pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV
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