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Decifra-me ou devoro-te |
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Escrito por Yara Denadai
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Cigarro, ame-o ou deixe-o. Será que poderíamos usar esta máxima aplicada ao Brasil nos anos de chumbo? Evidentemente não. Sabe-se que é crescente o número de dependentes que querem deixar de fumar mas não conseguem simplesmente. O domínio dessa droga é tão intenso que só alguns demonstram tal capacidade. Não se trata aqui de usarmos de juízos de valor e comentários superficiais carregados de clichês: "Ora, é só querer, todos conseguem parar, é preciso força de vontade, coragem, determinação, apoio etc etc etc..." Os fumantes, apesar de eu implicar muito com aqueles que acendem um cigarro perto de mim, são vítimas de interferências históricas, culturais e óbvio, comerciais e psíquicas. 
Vejamos então um pouco mais de perto algumas destas interferências. Quanto à história do cigarro, sabe-se que "o capelão da primeira expedição francesa ao Brasil, em 1556, relatou seu uso entre os tupinambás. Daqui, o fumo emigrou clandestinamente para Portugal e para a Espanha. Fumar cigarro era raridade até o final do século 19. Em 1880, cerca de 58% dos usuários de tabaco eram mascadores de fumo, 38% fumavam charuto ou cachimbo, 3% cheiravam rapé e apenas 1% era fumante de cigarro. Nesse ano, o americano James A. Bonsack inventou uma máquina capaz de enrolar 200 cigarros por minuto, o que criou condições para o aparecimento da indústria. Então veio a distribuição de cigarros aos soldados nas trincheiras, durante a Primeira Guerra, e seu uso, que se achava restrito às camadas marginais das sociedades americana e européia, explodiu. Em 1900, o consumo anual americano era de cerca de 2 bilhões de cigarros; em 1930, chegou a 200 bilhões. As duas guerras mundiais, que afrouxaram a oposição ao cigarro, a urbanização acelerada, a criação do mercado de massa e a expansão do mercado de trabalho, criaram as condições para que a epidemia do fumo se espalhasse pelo mundo, envolta em glamour por Hollywood, como símbolo de modernidade." (Drauzio Varella, in Fraude, corrupção e mentira) O cigarro simbolizou nas décadas de 60 e 70 a rebeldia, a auto-afirmação e a independência. As propagandas nas décadas de 80 e 90 não se cansavam de mostrar homens lindos, fortes, corados domando cavalos bravios numa demonstração de força e coragem e que recebiam a recompensa da presença feminina, geralmente linda, corada e... (bem, preencham vocês...). E as vendas aumentavam e as propagandas atingiam a todos levando jovens ao vício que, a princípio, não sabiam em que arapuca se metiam. Lembramos que a proibição dessas propagandas nos meios de comunicação de massa chegou aqui com 30 anos de atraso em relação aos EUA. Quanto às interferências psíquicas, parecem ser várias e eu não me atreveria a fazer uma psicologia de botequim mesmo porque enveredar pela mente humana é tarefa árdua e de responsabilidade de profissionais especializados. Campo minado e perigosíssimo... algumas já foram citadas acima(como as propagandas e seus símbolos de virilidade, força e coragem) mas há aspectos comportamentais relevantes para a questão. Como afirma novamente Drauzio Varella, médico combatente do tabagismo, ex-fumante: "Comecei ainda adolescente, porque não sabia o que fazer com as mãos quando chegava às festas. Era início dos anos 60 e o cigarro estava em toda parte: televisão, cinema, outdoors e com os amigos. As meninas começavam a fumar em público, de minissaia, com as bocas pintadas assoprando a fumaça para o alto. O jovem que não fumasse estava por fora." (in: Droga Pesada). De um problema emocional passa-se a um problema químico, à dependência, pois o usuário sente prazer ao consumir a droga. No caso da nicotina, esse prazer está ligado à sua interação imediata com receptores dos neurônios situados em áreas do cérebro associadas às sensações de prazer e de recompensa e à busca da repetição do estímulo que provocou o prazer. Se um cigarro for consumido em dez tragadas, o autor (Mario César Carvalho, autor do livro O Cigarro) calcula, o cérebro do fumante de um maço por dia verá esse circuito repetir-se 73 mil vezes por ano. E pergunta com lógica cristalina: que outra droga provoca 73 mil impactos de prazer num ano? Nessa pergunta elementar está a resposta à dificuldade enfrentada pelos 80% ou mais dos que fracassam na tentativa de abandonar o cigarro. Nela está a explicação de por que é mais difícil largar do cigarro do que do álcool, da maconha, da cocaína, da heroína, da morfina ou do crack. Para os fumantes, acho que o que resta é a sensação de se estar diante de um enigma tão complexo quanto o que conferiu a Édipo a consagração de sua tragédia: Decifra-me ou devoro-te, frase esta pronunciada entre dentes, numa baforada de fumaça e caro prazer não mais raro, como anunciava aquele velho comercial, infelizmente.
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Escrito por Eduardo Kulik
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Tecnologia 3D acelera processos de desenvolvimento, análise e fabrição de produtos O mundo globalizado é um mundo acelerado no qual tudo é para ontem. As empresas enfrentam a pressão dos consumidores e dos concorrentes que lhes obrigam a investir em tecnologia para melhorar a qualidade dos produtos e lançá-los em um tempo cada vez menor. Isso é um desafio para as indústrias que só terão muitos de seus problemas resolvidos quando investirem nas tecnologias 3D, CAD/CAE para atenderem às exigências urgentes dos consumidores. Ao migrar de 2D para 3D as empresas têm conseguido alcançar, com sucesso, a solução para atender às exigências do mercado que afetam diretamente a sua capacidade de enfrentar os concorrentes em um cenário marcado por desafios crescentes. Hoje é consenso entre fabricantes, usuários e todos que se interessam pela indústria de manufatura que o CAD 3D reduz o tempo e os custos de desenvolvimento e fabricação dos produtos e permite inovar e melhorar a qualidade final do produto. Mas como chegar a este patamar? O que é possível fazer com os softwares 3D? As vantagens de se utilizar um Software 3D como o Autodesk Inventor começam pela possibilidade de trabalhar com um modelo paramétrico, coisa que o CAD 2D não faz. Quando é necessário mudar alguma coisa é preciso refazer todo o projeto, enquanto no Inven-tor uma mudança feita em um componente permite que todo o projeto seja atualizado automaticamente.

Além disso, o software paramétrico acumula conhecimentos para futuros projetos. Quando o projetista for iniciar um projeto não precisará partir do zero, poderá pegar um projeto anterior e inserir novos componentes, alterar as dimensões e formas e obter um projeto novo totalmente atualizado. A possibilidade de trabalhar com montagens é outra vantagem do Software 3D em relação ao 2D. O usuário pode criar e visualizar todo o conjunto de componentes do produto e simular o funcionamento muito antes de o produto ficar pronto.

Os Softwares 3D permitem que o mesmo modelo criado no CAD, dentro da engenharia, seja usado para análises estruturais, dinâmicas e térmicas verificando como seria o comportamento do produto antes de sua concepção. Isso di-minui a necessidade de protótipos físi-cos e consequentemente o tempo e os custos de desenvolvimento porque são eliminados os erros de projeto. Eduardo Kulik, professor de informática da APM, é Comunicador e Publicitário formado pelo Centro Unisal e Pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV
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Escrito por Márcia A.J. Vital
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O que comer depois da balada?
É importante que programemos nossas refeições antes de sair. Nunca vá para a balada de estomago vazio. Faça uma refeição equilibrada e saudável, isto é, que contemple todos os grupos de alimentos para fornecer ao seu organismo os nutrientes que seu corpo necessita. Sempre com moderação, alimente-se utilizando uma fonte de proteína (frango, carne bovina, queijo, presunto, etc.); uma fonte de fibras, vitaminas e minerais (legumes, verduras e ou frutas); e uma fonte de carboidratos (arroz, macarrão, pão, bolacha) que irão fornecer a energia necessária para a balada. Se for sair mais tarde, faça um lanche leve. Durante a balada é preciso hidratar-se, pois perdemos muito líquido na trans-piração e é preciso repor, tomar água ou sucos é uma boa pedida. Evite bebidas alcoólicas, mas caso queira tomar alguma coisa durante a noitada, não beba de estômago vazio, sempre consuma com algum alimento, para evitar quadros de hipoglicemias, em função do efeito do álcool enquanto está sendo metabolizado. Depois da balada evite consumir alimen-tos ou lanches muito calóricos e gordurosos (hambúrguer, maionese, bacon, ovos fritos, etc.) esses lanches são de difícil digestão e prejudicarão o sono, podendo causar transtornos e até pesadelos (além de colaborarem para um tremendo ganho de peso). Faça opção por alimentos ou lanches mais leves, ex: um iogurte, uma maçã, ou outra fruta, um copo de leite morno com algumas bolachas, ou ainda se você preferir que seja um lanche natural (Pão integral peito de Peru, alface, tomate), é menos calórico, de fácil digestão e equilibrado, você reporá as energias e dormirá bem. Curta a balada como é para ser, com saúde e alegria! Márcia A.J. Vital CRN 13231
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Dicas profissionais |
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Escrito por Marcos Antonio Vital
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"Quem faz o que gosta nunca precisa trabalhar na vida!"
Anualmente as empresas investem milhões em programas de motivação para os seus funcionários. Os livros de auto ajuda representam uma parcela considerável no faturamento do mercado editorial. Tudo isto porque o ser humano é, por natureza, instá-vel e inconstante e necessita de estímulo para perseguir seus objetivos. Cabe ainda dizer que todo e qualquer tipo de ajuda só será eficaz se houver uma mudança de atitude, uma nova disposição interior no modo de proceder que influencie diretiva e dinamicamente o comportamento. Portanto, para fazer bem alguma coisa durante um longo período de tempo necessitamos ser apaixonados por ela. A palavra trabalho vem do latim "tripalium" que era um instrumento de açoite ao escravo. Talvez, por esta razão, as pessoas associem o trabalho ao sofrimento. Entretanto, o trabalho pode e deve ser prazeroso. Certa vez ouvi de um palestrante que as pessoas passam 70% do tempo pensando no passado, 25 % do tempo pensando no futuro e portanto e somente 5% do tempo pensando no presente. Imagine, a gente passa os 35 melhores anos de nossas vidas vezes as 08 melhores horas do dia trabalhando. Se durante todo este tempo dedicarmos somente 5% da nossa atenção, então não faremos grande coisa profissionalmente. Se queremos construir algo de melhor pra nós mesmos e para os outros, então precisamos estar motivados. Como dizia Churchill 1: "Para o mundo estar perdido basta que cada pessoa faça a sua obrigação." É isto mesmo. O mundo só evoluiu graças a pessoas que fizeram mais do que as suas obrigações. Precisamos fazer a diferença onde quer que estejamos. Com certeza fazemos muita diferença na vida das pessoas que nos amam. Estas pessoas, por sua vez, também fazem a diferença em nossas vidas. Isto só vem a confirmar a idéia de que precisamos ser apaixonados por aquilo que fazemos. Evidentemente, is-to não nos livra da obrigação de fazermos certos sacrifícios. Muito pelo contrário, isto nos dará forças para vencermos as dificuldades e caminharmos com coragem contra toda e qualquer adversidade que possa aparecer. No mundo atual convivemos diariamente com uma apologia ao prazer e ao comodismo. Tudo parece fácil e cômodo de se obter ao simples toque de um botão. Precisamos aprender que a nossa vida não é uma novela, onde não precisamos trabalhar e que no final tudo dá certo. A nossa vida não é um joguinho de vídeo game onde sempre teremos uma nova oportunidade. Não, definitivamente a nossa vida não é um constante dia de domingo. É necessário que vivamos cada dia com a mesma alegria e determinação. Portanto meus amigos, força! Coragem! Vocês conseguem vencer. Se ainda não se apaixonaram pelo seu trabalho talvez seja o caso de mudar de emprego (neste caso, para muitos, é ne-cessário buscar capacitação, daí a importância do estudo). Dedique-se ao que mais gosta e você perceberá que a felicidade e o trabalho são coisas que andam juntas. A ociosidade não pode fazer a arte da nossa natureza pois está escrito: "...comerás o teu pão com o suor do teu rosto..." Seja feliz!
Marcos Antonio Vital Professor e Administrador de Empresas
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Mostrando a Língua |
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Escrito por Yara Denadai
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 Mostrando a língua é uma coluna dedicada à Língua Portuguesa, à discussão de temas relativos à linguagem cotidiana, às variantes regionais e sociais de realização da fala, e, também à literatura, à música brasileira, pois como se sabe, música e literatura, principalmente poesia, são praticamente indissociáveis. Para inaugurar este pequeno espaço, pretendo discutir um pouco a questão do preconceito lingüístico. É muito comum professores pedirem aos alunos que fotografem pela cidade os "erros" de ortografia que encontrarem em placas, avisos e afins. A primeira questão é: qual a definição de "erro"? E o Aurelião nos socorre: "(...) juízo falso, incorreção, inexatidão; desvio do bom caminho, desregramento, falta - e o mais curioso: - o uso sistemático de uma forma de modo diverso daquele que seria o de um falante nativo". Ah... mas qual falante nativo? O do Norte ou do Sul, do Interior ou do Litoral, da elite ou da periferia? Percebe-se, então, que as dúvidas aumentam, quando aumenta nossa consciência sobre a diversidade regional, cultural, étnica e econômica de um país continental como o nosso. O que importa observar é o Ambiente de fala, de realização da linguagem. Explico melhor. Um indivíduo, que não teve o privilégio de completar seus estudos ou nem mesmo passou das primeiras séries do ensino fundamental, ele não será obrigado a escrever corretamente a palavra QUILO. Ele possivelmente escreverá kilo, e também não será cobrado dele um rigor em sua fala, caso diga PONHÁ, em vez de PÔR. Veja, que pela definição do Aurélio, ele não está errando... ele é um falante nativo, e quantos falantes nativos não dizem ponhá? _ Oh! - exclamará e depois perguntará o incrédulo leitor - então tudo é certo, porque se ponhá vale, então pra que estudar esse monte de regras gramaticais? _ Oh... carneirinho bonzinho, acalme a sua ira. Acontece que a você foi dada a chance de conhecer melhor a língua culta, a linguagem normativa e certamente seu ambiente de trabalho, estudo, o seu ambiente linguístico será outro. Na sala de aula, seria estranho um professor falar ou escrever: "esta situação está MEIA confusa". Meia? Mas do início até a metade ou da metade ao final? - Sabe-se que neste caso deve-se usar MEIO, com o sentido de um pouco, mesmo que antes apareça a palavra feminina SITUAÇÃO. Então o mais adequado, para nós, estudantes, professores, e todos os falantes nativos que tiveram e talvez ainda tenham um pouco de conhecimento da língua, seria dizer; esta situação está meio confusa.
Sendo assim, muito mais do que sair por aí fotografando (ou fofocando sobre) os erros dos outros para depois realizar-se um trabalho cuja base seria "rir da fragilidade dos outros" resultando na discriminação pela linguagem, talvez fosse mais interessante analisarmos quem é esse falante e se dele deve-se mesmo cobrar a norma culta. Se vivêssemos num país democrático de verdade, com educação de verdade para todos, o sonho de qualquer cidadão que paga impostos, talvez a resposta fosse sim. Mas infelizmente sabemos a resposta.
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ARROZ TODOS LOS DIAS |
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Escrito por Miriam Mimbela
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Sempre que ouvia a palavra ¨Brasil¨ a primeira coisa que vinha em minha mente era samba, carnaval e futebol. Isto era tudo que sabia e imaginava deste país. Estava muito longe de imaginar toda a magia, cores e variedade de gastronomia e dos costumes que transformam este país um dos mais atrativos para os turistas. Quando cheguei aqui, a primeira coisa que me surpreendeu foi o calor, mas o que mais me custou a acostumar foi, sem dúvida nenhuma, com a comida, pois enquanto nos países hispano-americanos o café da manha compõe-se de leite, ovos, feijões, bacon e até carnes, aqui ele é composto de café e pão, café com leite, pão e bolachas. Imaginem a diferença!! Descobri também que a dieta de vocês se compunha principalmente de arroz e feijão, enquanto que em meu país comemos arroz somente três vezes por mês e em toda nossa comida há pimenta; não temos o costume de tomar café da tarde e nossa hora de jantar varia entre 20:00 a 22:00 horas. Outra coisa que me surpreendeu e até me tirou o sonho vários dias foi o fato de que certas bebidas alcoólicas são preparadas com açúcar, ao contrário de meu país onde são preparadas com limão, sal e pimenta em pó. Durante minha adaptação foram muitas surpresas, mas também cabe destacar o fato de que o Brasil é um país maravilhoso e muito lindo. Talvez você que mora aqui não perceba a grandiosidade que pode ser o seu país. Os países hispano-americanos possuem uma boa imagem do Brasil; e não me deixa de surpreender o fato que seu país é o único da América Latina onde não se fala espanhol. E aproveitando que estamos falando de idiomas, veremos um pouco a diferença que algumas palavras espanholas possuem em relação ao português e temos que ter cuidado para não fazer confusão: Exquisito* = é um termo que em espanhol se usa principalmente para referir-se à comida como algo extremamente bom e gostoso. É algo muito delicioso, diferente do português que significa algo estranho e feio. Portanto se alguma vez você for a um restaurante de comida latina e não gostar da comida deve usar outra palavra para expressar seu descontentamento, porque se usar a palavra “exquisito” elogiará a comida. * Não se esqueça que no Brasil, esquisito escreve-se com s (nota da revisora ortográfica) Oso = a palavra ‘oso’ em espanhol é o que para vocês significa urso e o osso de vocês para nós é hueso. Portanto, se alguma vez você for a algum país latino americano, ou de língua espanhola, e for a algum zoológico e escutar alguém dizer que o ¨oso¨ escapou, tome cuidado porque o que escapou não foi uma parte de corpo humano e sim, algo que pode matar. Embarazada = a palavra “embarazada” em espanhol é o que em português significa grávida, portanto se sair com uma menina espanhola e esta te disser que está embarazada .... é hora de correr!!!!! Pegar = a palavra pegar em português é ¨segurar¨, enquanto que em espanhol significa “bater”. Lembro-me de uma vez fui convidada a comer em uma comunidade brasileira, uma pessoa disse ¨pega a comida¨; e eu pensei neste momento que deveria golpear minha comida antes de comê-la até que alguém me explicou o significado em português. Apesar das dificuldades de adaptação, encontrei pessoas surpreendentemente maravilhosas; o brasileiro em si é uma pessoa amigável, simpática e calorosa. Este país ganhou meu carinho com toda sua cultura e sua gastronomia variada (mesmo o fato de comerem arroz todos os dias). Estar longe do meu país, da minha família, costumes e cultura sem dúvida não é nada fácil, mas, hoje em dia, posso dizer sem medo de me equivocar que meu trabalho é uma das coisas que me motivam todos os dias já que sou parte de uma grande família chamada APM. Através dela aprendi muitas coisas que me ajudam a crescer como pessoa, só tenho a agradecer pela oportunidade. Se ainda não conhece a escola, te convido a fazer parte dessa família.
Miriam Mimbela, Professora de Espanhol da APM cursos
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Palavra de ex-aluna |
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Escrito por Ana Paula Gonçalves
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Gosh!!! Estou ficando velha mesmo…. rssss… Após 9 anos, retorno ao Polivalente…antes como estudante, agora como professora da APM! E saber que este mesmo Polivalente é um enorme marco na minha vida! Enquanto aluna do Colegial Técnico em Administração, iniciado em 1995 (na época, técnico e 2o grau eram cursados juntos), assisti a uma palestra sobre Intercâmbio Cultural no auditório… nem imaginava que se tratava da possibilidade de ser “premiada” com uma Bolsa de Estudos aos EUA!!! A organização internacional, voluntária, sem fins lucrativos e não-governamental AFS (American Field Service) Intercultural Programs, seguindo sua missão de oferecer oportunidades de aprendizagem intercultural para contribuir com as pessoas no desenvolvimento do conhecimento, das habilidades e do entendimento necessários para criar um mundo com mais justiça e paz, organizou um concurso com alunos do ensino médio em todo o país, em cidades onde houvesse Comitês AFS, para seleção de um bolsista. A contemplação iria para o aluno que apresentasse boas médias, atividades extracurriculares na comunidade, dificuldades financeiras para pagar um programa de intercâmbio integralmente, iniciativa de ser exemplo brasileiro e vontade de interagir com outras culturas... Vivenciar de verdade o ditado de: “nada é errado, tudo é diferente”! Redação, cartas de apresentação, entrevistas.... com um grande apoio dos voluntários do Comitê AFS de Americana, chegamos à final nacional... e... conseguimos!!!! Finalmente conquistei a bolsa, mas também foi graças ao Polivalente, que abriu a oportunidade na escola; para o Comitê AFS de Americana, que tomou a iniciativa na sociedade americanense e para os muitos voluntários, também ex-intercambistas ou futuros, que traba-lharam (e ainda trabalham!) pelo ideal de um mundo melhor, de paz entre as nações, de diversidade cultural e da formação de cidadãos plenos!!! Enfim, durante julho/1997 e julho/1998, convivi com uma família e frequentei escola americanas, fiz amizades, aperfeiçoei muito o inglês, aprendi sobre o mundo, culturas e pessoas e, principalmente, me conheci e cresci muito!!! Amadureci em inglês, brinco hoje! Como havia interrompido o colegial para esta experiência, retornei aos estudos e graduei-me em 1999, mas antes mesmo da graduação, já atuava como instrutora de inglês... A maturidade conquistada no intercâmbio se estendeu para que eu buscasse meios de me tornar mais independente... decidi ser comissária de bordo para que pudesse pagar minha faculdade e o aluguel de um apartamento em São Paulo... e fui embora atrás desta outra meta!!! Em 2000, aos 19 anos, me tornei uma das mais novas comissárias de bordo da Varig! Também cursei a faculdade que pretendia: Relações Internacionais, e trabalhei um pouco na área... antes de... bom... levantar vôo novamente e ir morar em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, devido a uma proposta de trabalho! Ao final de 2007, voltei... foi chegada a hora de recomeçar e colocar em prática as experiências por perto da família, nosso sempre porto seguro!!! Como um bom filho a sua casa retorna... E retorna mesmo!!! rsss... cá estou eu, também no Polivalente novamente! Agora como professora de inglês... Mas este mundo é pequeno mesmo, nao acham?! Rsss Obrigada aos professores e funcionários do Polivalente, pois vejo que muitos continuam sua missão por aqui também, aos funcionários da APM por me receberem carinhosamente e aos alunos por estarem dispostos a dividire experiências e conhecimentos conosco! Big kiss to everyone!!! Professora Ana Paula Gonçalves, ex-aluna Polivalente e atual professor de Inglês dos Cursos APM
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Maquete Eletrônica: A melhor forma de apresentar o projeto |
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Escrito por Eduardo Kulik
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Cálculos estruturais, estudos do local e da obra, projetos de elétrica e hidráulica. Tudo isso é essencial na elaboração de um projeto. Entretanto, todo esse esforço pode vir por água abaixo caso o profissional não tenha sucesso na apresentação do projeto. Mas passar a idéia do projeto de forma que o cliente compreenda-o, e compre-o, nem sempre é tarefa fácil. Levando-se em conta que muitos clientes são leigos na linguagem arquitetônica, apresentar projetos em plantas 2D, mesmo que feitas no computador, torna-se uma idéia inconcebível. Há alguns anos profissionais desenvolviam maquetes físicas, porém estas eram submetidas à interpretação artística de quem as elaborava, e muitas vezes o artista acabava deturpando o desenho técnico nas suas medidas e escalas. Com a ascensão da Computação aplicada à arquitetura e à Tecnologia CAD, está cada dia mais acessível um novo padrão para a criação e a apresentação de projetos: as maquetes eletrônicas. As maquetes eletrônicas são a representação fiel do modelo em CAD de uma forma mais rápida e barata, que permite que os clientes, mesmo que leigos na linguagem arquitetônica, visualizem mais facilmente os projetos na sua versão final. Como é gerada a partir do Projeto em CAD, ela tem uma característica de exatidão, podendo inclusive servir de documento quando começadas as obras, pois o cliente saberá exatamente o que esperar do seu projeto. Mas não é só o cliente que se beneficia com o uso das maquetes eletrônicas. Ela também auxilia o arquiteto a visualizar o próprio projeto e dessa forma, prever erros, tanto práticos quanto estéticos, como por exemplo a simetria de um telhado ou a combinação de materiais e cores. As maquetes possibilitam a simulação da iluminação, o teste de materiais ou revestimentos. Pode-se ainda fazer a inserção de fotos reais do local na maquete e dessa forma prever como será a vista de uma casa, além de avaliar a posição do paisagismo, como a localização de uma determinada planta no jardim. É possível que o cliente visualize o projeto à luz do dia ou à noite. Existem diversas formas de apresentar uma maquete eletrônica. A mais fácil e de baixo custo, é através da impressão. Imprimindo as diversas perspectivas da maquete eletrôncia, o cliente pode ter em mãos o seu projeto. Também pode-se fazer a apresentação de slides das imagens em 3D. O modo de apresentação da maquete depende muito da finalidade do projeto, por exemplo um grande empreendimento, principalmente se for apresentado em um evento ou showroom, merece uma animação com sonorização, onde as pessoas podem fazer passeios virtuais por dentro do prédio e visualizar detalhes arquitetônicos impossíveis de serem vistos no método convencional. Para aqueles que acham que as maquetes eletrônicas ainda são para poucos devido ao alto custo, já há motivos para comemorar. O potencial das tecnologias e o crescente interesse por parte dos arquitetos tem feito multiplicar os profissionais que oferecem esse serviço. Casos de sucesso

O Ex-aluno da APM Cursos, Paulo Afonso de Araújo - Engº Civil (
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) trabalha desenvolvendo Maquetes Eletrônicas e comenta: “Fui aluno do Curso VIP de 3DS Max, e o que tenho a dizer é que sou Designer de maquetes graças a este curso. É bem dinâmico e objetivo da forma que um curso deve ser, além do mais é completamente voltado para a área que necessitamos, resumindo é um ótimo curso e vale a pena ser feito.” ele tem desenvolvido trabalhos de destaque nesta área, conforme vocês podem conferir nas imagens.

Mais um profissional especialista em Maquetes 3D é o Técnico em Edificações Julio Guido (
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), ele comenta: “Fiz o curso de Arqui3D na APM Poli-valente, isso agregou valor ao meu currículo, e ampliou minhas possibili-dades, hoje as maquetes representam 70% dos meus trabalhos". O mercado para quem faz maque-tes cresce cada vez mais, pois está sendo favorecido pelo setor da cons-trução no Brasil, em plena ascensão. Eduardo Kulik, Professor de informática da APM, é Comunicador e Publicitário formado pelo Centro Unisal e Pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV.
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Nutrição: Por quê beber água? |
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Escrito por Márcia A.J. Vital
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Quando falamos em boa nutrição, pensamos em alimentos saudáveis, em consumir mais frutas, em baixas calorias, light ou diet. Mas poucos pensam em seu consumo de água e na sua importância para a manutenção da vida. Boa parte da população, principalmente os jovens, tem preferência pelo fast food, normalmente representado pelos lanches e refrigerante. Muitas dessas pessoas quase nunca tomam água. Alegam que não sentem sede e outros, quando a sentem, ingerem refrigerantes. Cabe esclarecer que nosso organismo não consegue armazenar muita água em seu interior e grande parte do que é ingerido é eliminado pelos processos de evaporação (através da respiração), transpiração, pelas fezes e urina. Uma dieta pobre em líquidos desidrata a pele, acelera o aparecimento de rugas e o envelhecimento precoce, aumenta a constipação intestinal, a celulite que nada mais é do que o acúmulo de substâncias tóxicas no corpo, proporcionando uma sensação de cansaço, sonolência, diminuição da concentração o que indica a diminuição do fluxo de oxigênio. A água é essencial à manutenção da vida. Como se sabe, cerca de 70% da composição do nosso corpo é água. E a sua importância para a vida é tão expressiva que podemos sobreviver até 40 dias sem alimentos, mas não sobrevivemos mais que três dias sem água! A água estimula o bom funcionamento dos rins, que tem a importante função de eliminar toxinas do nosso corpo, tanto que a cor da urina quando bem clara é indicador de uma boa hidratação. O corpo de um adulto gasta em 24 horas uma média de 1,5 a 2 litros de água para desempenhar as funções de respiração, digestão (transformação dos alimentos em nutrientes e conseqüente obtenção de energia), transpiração e na eliminação das fezes e urina como já citados. A idéia é manter o equilíbrio entre o que se ingere e o que se gasta. Os fisiologistas chamam a manutenção desse equilíbrio de “homeostase” (Homeo => Igual / Stasis => ficar parado). Se a média de consumo de água para as várias funções citadas é de 1,5 a 2 litros por dia, essa mesma quantidade deve ser reposta para se manter o equilíbrio. Em lugares ou períodos em que a temperatura seja mais elevada, ou ainda nos casos em que o indivíduo execute trabalhos com maior desgaste físico essa necessidade fica aumentada. Pessoas obesas devem ter uma maior ingestão de água, pelo fato de que o tecido adiposo possui menos água do que a massa magra. Aqui cabe um alerta: cuidado com o uso de diuréticos para emagrecer. Não é recomendado ingerir líquidos durante as refeições. O recomendável é que a ingestão de líquidos se dê 30 minutos antes das refeições e decorridos 30 minutos a 1 hora após as mesmas. Caso a pessoa tenha muita dificuldade em alimentar-se sem a ingestão de líquidos, orienta-se que a mesma não ultrapasse 1 copo de 250ml, o qual deve ser ingerido em pequenos goles para não prejudicar o processo de digestão. Outra dica é tomar cuidado com o excesso de álcool, que inibe a produção de ADH (Hormônio Antidiurético) produzido no hipotálamo e armazenado na hipófise, que participa da regulação hídrica do nosso corpo. No caso da diminuição da ingestão de água esse hormônio é liberado e ocorre a reabsorção de água pelo rim e a diminuição da diurese. É também recomendado evitar consumir água gelada, pois não mata a sede, como alguns acreditam, mas agride a garganta e o estômago. O ideal é a água fresca, e quando temos aquela sede que não passa, recomenda-se colocar os goles de água na boca e segurar alguns segundos para que se hidrate a mucosa da garganta pois, muitas vezes, quando estamos com sede, bebemos a água tão rápido e não dá tempo de hidratar o organismo. Não é proibido ingerir refrigerantes, mas devemos evitar o excesso e estar atentos às necessidades de ingestão de água. Espero que a dica tenha valido a pena. Um brinde à saúde! (com água é claro).
Márcia A.J. Vital CRN 13231
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Dicas profissionais |
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Escrito por Marcos Antonio Vital
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Como elaborar um bom currículo “Curriculum Vitae” Do latim “Trajetória de vida” Para se elaborar um bom currículo, devemos levar em conta alguns detalhes do tipo: A pessoa que irá selecionar normalmente não possui muito tempo para efetuar a leitura e análise minuciosa de currículos. Portanto, as informações devem ser curtas e objetivas. Diante disto, não se deve perder tempo com informações desnecessárias como por exemplo número de CPF, RG etc., pois estas informações poderão ser apresentadas posteriormente caso se faça necessário. Um bom currículo deve conter: Identificação - Nome, endereço, telefone, email, estado civil e idade. Escolaridade - Tópicos que descrevem a formação acadêmica do candidato. Resumo das qualificações - Deve-se fazer um breve relato das qualificações e competências que o candidato possui. Em outras palavras, deve-se fazer aqui uma “propaganda” das suas habilidades e competências pessoais adquiridas pela experiência profissional, mostrando o que você tem a oferecer para a empresa. Experiência profissional - Empresa, Cargo/função desempenhada, data de admissão e saída. Cursos/Convenções, Palestras etc. - Um breve relato dos cursos e ou eventos relevantes dos quais você participou e que se relacionam com sua área de atuação. Existem, evidentemente outras maneiras de tabular as informações de um currículo, esta é apenas mais uma delas. Entretanto, é importante lembrar que o currículo é uma forma de dizer ao empregador quais são as características que o candidato possui que poderão agregar valores aos produtos e ou serviços da empresa. Você poderá encontrar vários modelos de currículos disponíveis em sites de empresas de recolocação de mão de obra. Boa sorte! Profº: Marcos Antonio Vital
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